domingo, 29 de janeiro de 2017

MENSAGEM DA CRIANÇA


Dizes que sou o futuro.
Não me desampares o presente.
Dizes que sou a esperança da paz.
Não me induzas à guerra.
Dizes que sou a promessa do bem.
Não me confies ao mal.
Dizes que sou a luz dos teus olhos.
Não me abandones às trevas.
Não espero somente o teu pão.
Dá-me luz e entendimento.
Não desejo tão só a festa de teu carinho.
Suplico-te amor com que me eduques.
Não te rogo apenas brinquedos.
Peço-te bons exemplos e boas palavras.
Não sou simples ornamento de teu caminho.
Sou alguém que bate à porta em nome de Deus.
Ensina-me o trabalho e a humildade, o devotamento e o perdão.
Compadece-te de mim e orienta-me para o que seja bom e justo...
Ajuda-me hoje para que amanhã eu não te faça chorar.

(Obra: “ANTOLOGIA DA CRIANÇA”. Meimei, Psicografia de Francisco Cândido Xavier)


domingo, 22 de janeiro de 2017

NÃO PERCA


Não perca a esperança.
            Há milhões de pessoas aguardando os recursos de que você já dispõe.
Não perca o bom humor.
            Em qualquer acesso de irritação, há sempre um suicidiozinho no campo de suas forças.
Não perca a tolerância.
            É muita gente a tolerar você naquilo que você ainda tem de indesejável.
Não perca a serenidade.
            O problema pode não ser assim tão difícil quanto você pensa.
Não perca a humildade.
            Além da planície, surge a montanha, e, depois da montanha, aparece o horizonte infinito.
Não perca o estudo.
            A própria morte é lição.
Não perca a oportunidade de servir aos semelhantes.
            Hoje ou amanhã, você precisará do concurso alheio.
Não perca tempo.
            Os dias voltam, mas os minutos são outros.
Não perca a paciência.
            Recorde a paciência inesgotável de Deus.


(Fonte desconhecida. Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

TOLERÂNCIA


Tolerância é caminho de paz.
Não julgues esse ou aquele companheiro ignorante ou desinformado, porquanto, se aprendeste a ouvir, já sabes compreender.
Diante de criaturas que te enderecem qualquer agressão, conversa com naturalidade, sem palavras de revide que possam desapontar o interlocutor.
Perante qualquer ofensa, não percas o sorriso fraternal e articula alguma frase, capaz de devolver o ofensor à tranquilidade.
Nos empecilhos da existência, tolera os obstáculos sem rebeldia e eles se te farão facilmente removíveis.
No serviço profissional, suporta com paciência o colega difícil, e, aos poucos, em te observando a calma e a prudência, ele mesmo transformará para melhor as próprias disposições.
Em família, tolera os parentes menos simpáticos e, com os teus exemplos de abnegação, conquistarás de todos eles a benção da simpatia.
No trânsito público, não passes recibo aos palavrões que alguém te dirija e evitará discussões de consequências imprevisíveis.
Nos aborrecimentos e provações que te surgem, a cada dia, suporta com humildade as ocorrências suscetíveis de ferir-te, e a tolerância se te fará a trilha de acesso à felicidade, de vez que aceitarás todos os companheiros do mundo na condição de filhos de Deus e nossos próprios irmãos.


(Do livro “PLANTÃO DE PAZ”, Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier)   

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

ENSEJO DE AVALIAÇÃO


            Quem de nós, caros amigos, poderia aquilatar com segurança a riqueza e o valor dos acontecimentos que se verificam no curto espaço de um minuto, no corpo e na alma de cada ser vivente, nas profundezas da Terra e no infinito dos céus?
            Limitados em nossas percepções pela relatividade universal em que nos inserimos, escapa-nos de todo a multidão de fenômenos que ocorrem nos universos numa fração de segundo. E, todavia, é no bojo abençoado e fecundo do tempo que existimos e realizamos a nossa evolução.
            Lógico, portanto, que nos detenhamos respeitosos em cada marco temporal do nosso caminho, para endereçar ao sólio do Altíssimo um pensamento de amor e gratidão, pelas bênçãos do tempo que a bondade divina nos concede.
            O início de um novo ano, em nosso calendário, representa a abertura de nova etapa de nossas experiências. Guarda, por isso, significação especial, pelo ensejo de avaliação do nosso aproveitamento, em face das oportunidades que o tesouro celeste nos outorga.
            Que, pois, em cada novo ano que começa, busquemos realizar em nós mesmos, tanto quanto possível, o reino de amor e de verdade que o Mestre nos anunciou.

(Do livro “AMAR E SERVIR”, André, Psicografia de Hernani Sant’anna)


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

NATAL E ANO NOVO



A época evocativa do Natal de Jesus sempre provoca recordações e atividades que estimulam a confraternização. São momentos em que a sociedade gera uma atmosfera mais leve e fraterna.
O episódio da manjedoura deve realmente representar o ensejo de que o Cristo nasça na intimidade e no ambiente dos lares. Este foi o propósito de Francisco de Assis ao encenar, pioneiramente, o contexto do nascimento de Jesus, nos idos de 1223: criar uma Belém nos lares.
A obra inaugural da Doutrina Espírita - O livro dos Espíritos -, reanuncia, como um dos seus fundamentos, os ensinos morais do Cristo e, em O evangelho segundo o espiritismo, Allan Kardec detalha, com os exemplos e parábolas de Jesus, a essência da sua mensagem, afirmando claramente: “As instruções que promanam dos Espíritos são verdadeiramente as vozes do Céu que vêm esclarecer os homens e convidá-los à prática do Evangelho”.
Tantas e tão importantes rememorações sugestivamente antecedem de poucos dias o ingresso no ano novo. O primeiro dia do ano, em nosso calendário, foi escolhido pela Organização das Nações Unidas, visando promover o dia da Confraternização Universal ou o dia da Paz, devendo ser, portanto, para todos os povos, tempo de recomeçar, criar projetos e expectativas de melhorias.
Anotou Emmanuel [livro “Vida e Caminho”]:
“Ano Novo é também oportunidade de aprender, trabalhar e servir. O tempo como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para necessária ascensão”.
Que o Natal do Cristo traga maiores contribuições que ensejem o nascimento ou renascimento de sua mensagem educadora e libertadora desde os albores do Ano Novo.


(Editorial da Revista “REFORMADOR”, Federação Espírita Brasileira – Deus, Cristo e Caridade. Ano 131. Nº 2.217. Dezembro 2013).

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

NO FUTURO

            “E não mais ensinará cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: – Conhece o Senhor! Porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.” Paulo (Hebreus, 8:11)

Quando o homem gravar na própria alma
Os parágrafos luminosos da Divina Lei,
O companheiro não repreenderá o companheiro,
O irmão não denunciará outro irmão.
O cárcere cerrará suas portas,
Os tribunais quedarão em silêncio.
Canhões serão convertidos em arados,
Homens de armas volverão à sementeira do solo.
O ódio será expulso do mundo,
As baionetas repousarão,
As máquinas não vomitarão chamas para o incêndio e para a morte,
Mas cuidarão pacificamente do progresso planetário.
A justiça será ultrapassada pelo amor.
Os filhos da fé não somente serão justos,
Mas bons, profundamente bons.
A prece constituir-se-á de alegria e louvor
E as casas de oração estarão consagradas ao trabalho sublime da fraternidade suprema.
A pregação da Lei
Viverá nos atos e pensamentos de todos,
Porque o Cordeiro de Deus
Terá transformado o coração de cada homem
Em tabernáculo de luz eterna,
Em que o seu Reino Divino
Resplandecerá para sempre.

(Do livro “PÃO NOSSO”, Emmanuel, Psicografia Francisco Cândido Xavier)

terça-feira, 29 de novembro de 2016

CONSOLAI


Se eu pudesse, diria eternamente,
Aos flagelados e desiludidos,
Que sobre a Terra os grandes bens perdidos
São a posse da luz resplandecente.

A dor mais rude, a mágoa mais pungente,
Os soluços, os prantos, os gemidos,
Entre as almas são louros repartidos
Muito longe da Terra impenitente.

Oh! Se eu pudesse, iria em altos brados
Libertar corações escravizados
Sob o guante de enigmas profundos!

Mas, dizei-lhe, ó vós que estais na Terra,
Que a luz espiritual da dor encerra
A ventura imortal dos outros mundos!


(Do livro “PARNASO DE ALÉM-TÚMULO”, Antero de Quental, Psicografia Francisco Cândido Xavier)

terça-feira, 22 de novembro de 2016

COLHER  E  GARGANTA


Imaginemos a língua como sendo a colher do sentimento.
Mentalizemos o ouvido por garganta da alma.
Tudo o que falamos é ingrediente para a digestão espiritual.
Bondade é pão invisível.
Gentileza é água pura.
Otimismo é reconstituinte.
Consolação é analgésico.
Esclarecimento construtivo é vitamina mental.
Paciência é antitóxico.
Perdão é cirurgia reajustante.
Queixa é vinagre.
Censura é pimenta.
Crueldade é veneno.
Calúnia é corrosivo.
Conversa inútil é excedente enfermiço.
Maledicência é comida deteriorada.
Falando, edificamos.
Falando, destruímos.
Falando, ferimos.
Falando, medicamos.
Falando, curamos.
Disse o Divino Mestre: “Bem-aventurados os pacificadores...”
Usemos para com os outros o alimento da paz a nós mesmos.
E, com a paz, conseguiremos possuir espaço e tempo terrestres, em dimensões maiores, para que aprendamos e possamos, realmente, servir.

(Do livro “O ESPÍRITO DA VERDADE”, Hilário Silva, Psicografia Francisco C. Xavier e Waldo Vieira)


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

NÃO SÓ
“E peço isto: que a vossa caridade abunde mais e mais
em ciência e em todo o conhecimento.”
Paulo (Filipenses, 1:9)


               A caridade é, invariavelmente, sublime nas menores manifestações, todavia, inúmeras pessoas muitas vezes procuram limitá-la, ocultando-lhe o espírito divino.
            Muitos aprendizes crêem que praticá-la é apenas oferecer dádivas materiais aos necessitados de pão e teto.
              Caridade, porém, representa muito mais que isso para os verdadeiros discípulos do Evangelho.
               Em sua carta aos filipenses, oferece Paulo valiosa assertiva, com referência ao assunto.
               Indispensável é que a caridade do cristão fiel abunde em conhecimento elevado.
           Certo benfeitor distribuirá muito pão, mas se permanece deliberadamente nas sombras da ignorância, do sectarismo ou da autoadmiração não estará faltando com o dever de assistência caridosa a si mesmo?
         Espalhar o bem não é somente transmitir facilidades de natureza material. Muitas máquinas, nos tempos modernos, distribuem energia e poder, automaticamente.
          Caridade essencial é intensificar o bem, sob todas as formas respeitáveis, sem olvidarmos o imperativo de autosublimação para que outros se renovem para a vida superior, compreendendo que é indispensável conjugar, no mesmo ritmo, os verbos dar e saber.
          Muitos crentes preferem apenas dar e outros se circunscrevem simplesmente em saber; as atividades de todos os benfeitores dessa espécie são úteis, mas incompletas.
             Ambas as classes podem sofrer presunção venenosa.
            Bondade e conhecimento, pão e luz, amparo e iluminação, sentimento e consciência são arcos divinos que integram os círculos perfeitos da caridade.
             Não só receber e dar, mas também ensinar e aprender.

(Do livro “VINHA DE LUZ”, Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier)


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

EM NOME DO EVANGELHO


“Para que todos sejam um” – Jesus. (João, 17:22)

            Reunindo-se aos discípulos, empreendeu Jesus a renovação do mundo.
            Congregando-se com cegos e paralíticos, restituindo-lhes a visão e o movimento.
            Misturando-se com a turba extenuada, multiplicou os pães para que lhe não faltasse alimento.
            Ombreando-se com os pobres e os simples, ensinou-lhes as bem-aventuranças celestes.
            Banqueteando-se com pecadores confessos, ensinou-lhes o retorno ao caminho da elevação.
            Partilhando a fraternidade do cenáculo, prepara companheiros na direção dos testemunhos de fé viva.
         Compelido a oferecer-se em espetáculo na cruz, junto à multidão, despede-se da massa, abençoando e amando, perdoando e servindo.
*
            Compreendendo a responsabilidade da grande assembléia de colaboradores do espiritismo brasileiro, formulamos votos ardentes para que orientem no Evangelho quaisquer princípios de unificação, em torno dos quais entrelaçam esperanças.
            Cremos que a experiência científica e a discussão filosófica representam preparação e adubo no campo doutrinário, porque a semente viva do progresso real, com o aperfeiçoamento do homem interior, permanece nos alicerces divinos da Nova Revelação.
            Cultivar o espiritismo, sem esforço espiritualizante, é trocar notícias entre dois planos diferentes, sem significado substancial na redenção humana.
            Lidar com assuntos do céu, sem vasos adequados à recepção da essência celestial, é ameaçar a obra salvacionista.
            Aceitar a verdade, sem o desejo de irradiá-la, através do propósito individual de serviço aos semelhantes, é vaguear sem rumo.
            O laboratório é respeitável.
            A academia é nobre.
            O templo é santo.
            A ciência convence.
            A filosofia estuda.
            A fé converte o homem ao Bem Infinito.
            Cérebro rico, sem diretrizes santificantes pode conduzir à discórdia.
            Verbo primoroso, sem fundamentos de sublimação, não alivia, nem salva.
            Sentimento educado e iluminado, contudo, melhora sempre.
            Reunidos, assim, em grande conclave de fraternidade, que irmãos do Brasil se compenetrem, cada vez mais, do espírito de serviço e renunciação, de solidariedade e bondade pura que Jesus nos legou.
         O mundo conturbado pede, efetivamente, ação transformadora. Conscientes, porém, de que se faz impraticável a redenção do Todo, sem o burilamento das partes, unamo-nos no mesmo roteiro de amor, trabalho, auxílio, educação, solidariedade, valor e sacrifício que caracterizou a atitude do Cristo em comunhão com os homens, servindo e esperando o futuro, em seu exemplo de abnegação, para que todos sejamos um, em sintonia sublime com os desígnios do Supremo Senhor.

(Da revista “Reformador”, ano 127, outubro 2009; Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier. Fonte: Anais do I Congresso Brasileiro de Unificação, realizado em São Paulo, de 31 de out a 5 de nov de 1948).


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

RECEITA ESPÍRITA


Pensamento sombrio?
Alguns instantes de prece.
Irritação?
Silêncio de meia hora pelo menos.
Tristeza?
Ampliação voluntária da quota de trabalho habitual.
Impulso à crítica destrutiva?
Observemos as nossas próprias fraquezas.
Desejo de censurar o próximo?
Um olhar para dentro de nós mesmos.
Solidão?
Auxiliar a alguém que, em relação a nós, talvez se encontre mais próximo.
Tédio?
Visita a um hospital para que se possa medir as próprias vantagens.
Ofensa?
Perdoar e servir mais amplamente.
Ressentimento?
Olvido do todo o mal.
Fracasso?
Voltar às boas obras e começar outra vez.


(Do livro “CAMINHO ESPÍRITA”, Albino Teixeira, psicografia de Francisco Cândido Xavier)

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

JESUS E AS CRIANÇAS



Jesus contou também esta parábola para alguns que se julgavam justos e desprezavam outros:

“Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro publicano.
O fariseu, de pé, orava interiormente deste modo: ‘Deus, graças te dou porque não sou como os outros homens, ladrões, injustos, adúlteros, nem como estes publicano; jejuo duas vezes por semana, pago o dízimo de todos os meus rendimentos.’
O publicano, mantendo-se à distância, não ousava sequer levantar os olhos para o céu, mas batia no peito, dizendo: ‘Deus, tem piedade de mim, pecador.’
Eu vos digo que este voltou justificado para sua casa, o outro não; porque todo o que se exalta será humilhado e o que se humilha será exaltado.”

Traziam-lhe também as crianças para que as tocasse. Ao ver isto, os discípulos as repreendiam. Jesus chamou-as e disse:

“Deixai vir a mim as crianças e não as impeçais, pois delas é o reino de Deus. Em verdade vos digo, quem não receber o reino de Deus como uma criança, nele não entrará”.
(EVANGELHO DE LUCAS: 18, 9-17)


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

PÁGINA JUVENIL


                        Mocidade Espírita,
                        Ergamos a nossa voz,
                        O mundo clama por Cristo
                        E o Cristo clama por nós.

                        Sigamos desassombrados,
                        À luz do consolador,
                        A luta de cada dia
                        É a nossa vinha de amor.

                        Na companhia sublime
                        Do Amigo Excelso e Imortal,
                        Nós somos semeadores
                        Da terra espiritual.

                        Marginando-nos a estrada
                        De fé risonha e segura,
                        Há corações afogados
                        No pântano da amargura.

                        Ao lado das nossa flores
                        De doce deslumbramento,
                        Há soluços desvairados
                        De angústia e de sofrimento.

                        Em toda parte, aparecem
                        Deserto, charco, espinheiro...
                        Sejamos braços ativos
                        Do Divino Jardineiro.

                        Plantemos alegremente,
                        Sob a fé que não descansa,
                        Bondade, paz, otimismo,
                        Consolação e esperança.

                        Aguardam-nos, vigilantes,
                        Para a glória do trabalho,
                        A imprensa, a tribuna e o livro,
                        A enxada, o tijolo e o malho.

                        Não desdenhemos servir,
                        Em todas as condições,
                        Espiritismo aplicado
                        É sol para os corações.

                        Estendamos sobre a Terra
                        A bênção que nos invade,
                        Multiplicando os domínios
                        Da santa fraternidade.

                        Amor que salva e levanta
                        É a ordem que nos governa.
                        Na lide em favor de todos,
                        Teremos a vida eterna.

                        Mocidade espiritista.
                        Ergamos a nossa voz,
                        O mundo clama por cristo
                        E o Cristo clama por nós.

                             (Do livro “CORREIO FRATERNO”, Espírito Casimiro Cunha, psicografia de Francisco Cândido Xavier)